Esse é um relato de quanto as frequências são importantes em casos de emergência.
Nesse sábado passado, o meu neto chegou com o meu filho, e eu percebi que ele estava agoniado, e logo vi que era como se faltasse ar, ao mesmo tempo que sentia algum tipo de dor.
Como ele é autista não verbal, fica difícil para a gente saber ao certo o que ele estava sentindo, no entanto era visível que estava com pouca oxigenação.
Meu filho muito nervoso quis levá-lo para a emergência.
Eu avaliei que seria inadequado por saber que a emergência vive cheia de crianças, e o atendimento de emergência é precário.
Meu filho não gostou por eu ter dito que não iria junto com ele por causa da grande quantidade de pessoas nesse local, e eu poderia tentar primeiro usar frequências.
Fui no quarto, peguei uma foto dele e fiz a aplicação da frequência no holograma da foto.
Usei a frequência de hipóxia cerebral por poucos minutos, e como observei que ele também estava com dor, troquei para a frequência Suporte Para Tontura, Dores de Cabeça e Fadiga de Viagem. Afinal, ele tinha acabado de vir de outra cidade de ônibus.
Em apenas 15 minutos aproximadamente, ele já estava brincando.
Meu filho tinha ficado chateado comigo por eu ter dito que não iria junto com ele, e tinha reclamado porque eu iria aplicar a frequência ao invés de ir até a emergência.
Mas o resultado foi que ele dormiu a noite toda, e no domingo brincou bastante no sol, e voltou para casa como se nada tivesse acontecido.
Esse trabalho é demais!